“Iridologia é uma ciência que permite, graças à observação da íris, detectar perturbações orgânicas, metabólicas, nutricionais, nervosas, hormonais e certas patologias.”
Cada neurônio é um verdadeiro laboratório químico. O olho é um anexo, uma extensão desse verdadeiro laboratório que envia para essa parte corada do olho milhões de informações, algumas das quais são visíveis.
De fato, como um espelho no qual se inscrevem mensagens, cada célula do estroma da íris contém 25.000 terminais de fibras nervosas que estão ligadas ao cérebro.
O nervo óptico mais de 10.000 ramificações nervosas. Sob o estroma da íris, dois grupos de músculos aparecem, um para dilatar a pupila e outro para a contrair.
A palavra “íris” deriva da comparação entre as suas cores e nuances com as da “écharpe” da Deusa Grega Íris, ou seja, o “arco-íris”. Estas cores podem ser normais ou assinalar intoxicações, anomalias genéticas e perturbações.
A pigmentação da íris e a cor dos olhos parecem ter uma relação com o índice de uma pré–disposição para certas doenças. Pode-se definir um estudo completo da morfologia da face e cor dos olhos, que indicarão os tipos constitucionais.
A íris está intimamente ligada ao organismo pelos seguintes intermediários: sistema nervoso; sistema linfático; sistema orgânico e protéico.